Abduções, implantes e bloqueio mental

 

O fenômeno abductivo é sem dúvida alguma uma das novelas mais aliciantes e pertubadoras inseridas no contexto OVNI. Contrariamente à topologia verificada e metodologia utilizada na análise de objetos não identificados, a abdução peca pela inexistência de uma estrutura delineada, fator essencial numa apreciação lógica qualitativa.

De uma forma geral o ritual pode ser resumido em três fases de intervenção: A materialização ; A examinação física ; O retorno. Normalmente a materializaçâo e examinação do “abduzido” por parte das alegadas entidades implica um sofrimento físico associado à já penosa situação psicológica. Aparentes tentativas de resistência por parte do “abduzido” não são significativas para pôr termo à agonia e só contribuem para um reenforço psico-anestésico perpetuado pelos magos da tecnologia. O regresso do “abduzido” à situação de normalidade aparente implica uma “indução amnésica” dos acontecimentos, bem como uma reposição de “normalidade” física semelhante à que precedeu a abdução (postura, objetos, etc.). Os abduzidos geralmente dizem sentir uma forte falta de ar e posterior desmaio. Isso pode ser devido ao uso de um raio (geralmente azul) utilizado para levantar as pessoas até a nave (assim é feito em alguns casos). Esse raio também poderia ser o responsável pelo fato dos abduzidos “passarem através”.

de materiais sólidos (como paredes e janelas fechadas). Outra hipótese para esse fenômeno seria uma interferência direta dos aliens na densidade do corpo humano. Seja por uso de poder mental ou, como no caso de Betty Andreasson, a consequência de um aparelho usado pelos aliens para que a pessoa “saia” de sua forma física para ficar em uma forma “espiritual”. Os abduzidos raramente se lembram do ocorrido naturalmente, pois são submetidos pelos aliens a um forte bloqueio hipnótico. Em um dado momento, esse bloqueio é retirado (pelos próprios aliens), fazendo com que o abduzido tenha pequenos “flashbacks” do acontecido. Quando procura ajuda especializada, a vítima, geralmente por meio de hipnose se lembra da abdução que sofreu.

O propósito das abduções ainda é desconhecido, tudo o que temos são suposições. No entanto, as experiências passadas pelos abduzidos são bem conhecidas: geralmente é colocado um implante na vítima, provavelmente para uma futura localização e monitorização. O procedimento para a colocação da maioria dos implantes é o seguinte: uma longa e fina “agulha”, com o implante em sua ponta, é enfiada através da narina direita da vítima. Quando atinge uma área próxima ao cérebro da pessoa, esse implante é retirado. É comum, o abduzido ter sangramento no nariz ao acordar.

Os aliens também podem coletar esperma e retirar óvulos de suas vítimas. Esses são os procedimentos mais comuns. Coisas como manter relação sexual com outros abduzidos em estado de transe e tocar bebês híbridos também acontecem.

É do “conhecimento” público que as abduções tipo “visitante noturno”, parecem indicar uma parcial, senão total, atividade orientada para uma hipotética hibridação através de um conluio genético entre terrestres e alegados extraterrestres.

Segundo relatos de “vítimas” de abduções, estas situações repetem-se por várias vezes ao longo dos anos, desde que o processo de reprodução se mantenha ativo.

Sintomas de abduções: sonhos com animais (geralmente coruja e lobo), lembranças de ter tido contato real com um desses animais sem que isso tenha realmente acontecido, cicatrizes na barriga da perna e canelas.

Indivíduos que alegaram terem sido abduzidos por extra-terrenos apresentaram estórias semelhantes. Eles dizem que foram abduzidos em todas situações possíveis de se imaginar, mas a maioria deles dizem terem sido abduzidos em sua cama ou dirijindo carros. Normalmente o indivíduo está dirijindo o seu carro ou descançando em suas camas e é surpreendido por um luz muito brilhante. Se ele estiver no carro, todo o sistema de eletricidade do carro para de funcionar e o motor para. A luz brilhante causaria a paralisia do indivíduo enquanto sua mente está repleta de medo e terror. O abduzido verá vários seres de baixa estatura se aproximando, e levando-o para a sua nave.

O abduzido é levado para dentro da nave e diretamente para um cômodo branco em forma circular. No meio do cômodo há uma mesa de operação metálica a qual o abduzido é instruído à deitar após retirar todas as suas roupas. Durante todo o processo o indivíduo está em estado de choque recebendo mensagens telepáticas dos extra-terrenos. Enquanto está na mesa, o indivíduo é examinado e pequenas amostras são retiradas (sanque, osso, óvula da mulher e esperma do homem). O cérebro do indivíduo iria ser operado e um pequeno implante seria feito bem fundo em sua cavidade nasal ou do ouvido. Algumas mulheres abduzidas são implantadas com um embrião alien-humano hybrido no seu útero (o feto é retirado pelos extra-terrenos 2 a 3 mêses após o implante).

Depois dos exames e sirurgia, o indivíduo é instruiido para sair de cima da mesa e vestir as suas roupas. O indivíduo é escoltado para fora do cômodo circular. Normalmente o indivíduo é levado para outras partes da nave: um cômodo onde fetus alien-humanos hybridos estão crescendo em tanques com líquidos, uma maternidade onde crianças alien-humano hybridos estão-algums vezes uma das crianças é apontada como sendo produzido pelo esperma ou óvulo do indivíduo, um cômodo onde o indivíduo é instruído a ver um mural com detalhes da história passada da Terra e previsões de futuras catástofres, ex: tempestades, cidades em chamas, vulcões em erupção, e chuvas devastadoras.

implante1O indivíduo é escoltado para fora da nave de volta ao seu carro ou cama. O indivíduo é telepaticamente avisado que ele esquecerá tudo o que aconteceu e que sua vida continuará como se nada tivesse acontecido. O indivíduo não terá nenhuma pista para saber o que aconteceu a não ser a sensação diferente e haverá um período de tempo o qual ele não consiguirá se lembrar o que ele estava fazendo. Usualmente, o único jeito para o indivíduo perceber que foi abduzido seria descobrir os estranhos sintomas ou sobre uma sessão de hipnose.

Com relação a hibridização outros dizem ser improvável pois espécies diferentes possuem variados números de estruturas cromossomáticas.  Seres humanos possuem 46 cromossomas por células normais (23 pares),outros animais variam entre duas a duzentas estruturas.

Durante o ato de “concepção”, (fusão do espermatozóide com o óvulo), estruturas idênticas,uma de cada um dos intervenientes tem que compatibilizar de forma a que o embrião (já) fertilizado prossiga o seu desenvolvimento natural.

Por vezes, e dentro da mesma espécie, embriões portadores de cromossomas de valor ímpar sem probabilidades de acasalamento cessam de evoluir provocando na maior parte das vezes abortos espontâneos.

Diferentes espécies não só acumulam os seus códigos genéticos em diferentes números e estruturas  cromossomáticas, como também possuem uma forma ” arbitrária ” de codificação e arranjo dos mesmos, para além do fato de que possuem várias quantidades de DNA (moléculas genéticas) por célula.

O óvulo-espermatozóide-embrião é sem dúvida alguma uma perfeita orquestração de ballet químico e geométrico, onde moléculas estruturais (proteínas) e moléculas genéticas (DNA) se fundem e combinam numa forma pré-estabelecida.

Esta, a razão da inviabilidade de união (em proveta) entre humanos e ratos, não obstante a semelhança de identidade de DNA e proteínas (cerca de 90 a 95%). Em ambas as espécies o número de portadores genéticos são práticamente os mesmos, no entanto os sistemas de envólucro cromossomático diferenciam bastante (ratos possuem 20 pares, 40 cromossomas).

Note-se que não obstante a semelhança de identidades genéticas o “Homem-Rato” híbrido continua a fazer parte da ficção científica.

Relativamente à probabilidade de envolvimento de uma tecnologia extraterrestre no processo de hibridação, tal fato teria que ser assumido no contexto de que estes “extraterrestres” teriam de possuir uma estrutura bioquímica semelhante à humana, o que apresenta um alto índice de improbabilidade tendo em conta a própria variedade de código genético entre as diferentes espécies que povoam o planeta Terra.

Sob esta ótica, ainda que se assuma que as ditas entidades são mestras em engenharia genética e arquitetura molecular, qual seria ao fim e ao cabo, o propósito da recolha de esperma ou óvulos para efeitos de experiência genética, incluindo hibridação, quando na realidade esperma e óvulos são células que só contém metade da informação genética. A recolha de células somáticas presentes à superficie da pele, por exemplo, e a utilização do código genético das quais são portadoras seria algo bem mais simples e menos traumático.

Embora considerando a alta percentagem de casos de alegadas abduções no Continente Norte Americano, uma das interpretações plausíveis para a alegada associação genética – hibridação -, parece descabida no contexto biológico cósmico.

A inexistência de fundamento nas alegadas intenções “extraterrestres” apenas reduz o leque explicativo, não resolve de forma alguma a existência do fenômeno, pelo que outras alternativas explicativas de âmbito sócio-cultural parecem ser aconselháveis.

Os Primeiros Exames em Implantes Alienígenas

Análises em artefatos encontrados nos corpos de abduzidos surpreendem os investigadores.

No dia 19 de agosto de 1995, o doutor Roger Leir removeu cirurgicamente dois objetos dos corpos de dois contatados supostamente abduzidos por Ets. Para tentar verificar a origem destes objetos, a National Institute for Discovery Science (NIDS) conduziu uma inspeção externa detalhada, com base no teste de espectroscopia extensiva de raios laser. Para aumentar o número de informações sobre esses objetos, o NIDS também decidiu suprir os recursos com mais exames metalúrgicos realizados no laboratório New México Tech, na cidade norte-americana de Socorro, Novo México. Nesse caso, Leir fez um excelente trabalho documentando a extração dos corpos estranhos. Similarmente. O cuidado foi tomado em cada passo da transferência dos materiais durante o teste e no retorno dos exemplares.

O objetivo do envolvimento do NIDS foi o de estabelecer alguns padrões para o exame do material. Um grande número de especialistas foi consultado para determinar quais análises não destrutivas seriam apropriadas neste etapa da investigação. A bateria de testes recomendada diz respeito à estrutura química, mecânica e eletromagnética, compreendendo a técnica de imersão de densidade em tolueno, determinação de dureza e módulo elástico, além do uso de um microscópio de varredura eletrônica. De acordo com o relatório dos testes de Paul A. Fuierer, professor assistente do Departamento de Engenharia de Materiais do New México Tech, apresentada no dia 19 de julho de 1996, os exemplares examinados continuam duas peças semelhantes a palitos ou agulhas, primariamente de cor preta acinzentada, com algumas partes de suas superfícies na cor branca amarronzada.

Exames Laboratoriais

Descobriu-se que dois deles são fortemente magnetizados ao longo do comprimento dos seus eixos, embora nenhum seja condutor de energia. Em um dos objetos foi encontrada uma substâncias amarelada e uma alta concentração de um elemento reflexivo que parecia cobre. A densidade da massa dos exemplares foi medida utilizando-se uma técnica de imersão baseada no Princípio de Arquimedes, a qual consiste em submergir os exemplares em um líquido de densidade já conhecida. Nesse caso, foi utilizado o tolueno, ao invés de água, para evitar qualquer hidrólise possível ou reações de oxidação com o material. A diferença entre as densidades dos exemplares foi considerada significativa.

O índice de dureza foi obtido através da média calculada entre os valores da densidade e o tamanho das ranhuras feitas com um micro cortador de ponta de diamante. Um dos objetos era duro, como quartzo ou aço, enquanto que o outro, relativamente macio, como calcita. Por causa do pequeno tamanho dos implantes, a análise química ficou limitada a uma estimativa qualitativa na qual foi utilizada espectroscopia de dispersão de energia a raios-x e uma unidade auxiliar de um microscópio eletrônico de varredura. Como tais exemplares tinham uma membrana envolvendo-os, ao isolá-los foi necessário depositar uma pequena camada de carbono para evitar a carga elétrica, durante a leitura das imagens.

Foram detectadas maiores quantidades de ferro, fósforo e cálcio, e alguns traços de cloro. O espectro mostrado foi todo obtido num intervalo de tempo de um minuto. Como não existe virtualmente diferença nesse espectro, foi concluído que a composição do material era uniforme.

Difração de Raio-X

Todas as tentativas de se obter um padrão de difração de raio-x dos exemplares, utilizando-se um difratômetro Philips, foram fracassadas. A detecção de qualquer reflexo em exemplares pequenos requer instrumentação e condições especiais. Por conseguinte, os exemplares foram levados a um local especial para raios-x, equipado com um difratômetro Simens D – 5000. Numa tentativa de estudar mais sobre o ferro encontrado no centro desses exemplares, foi efetuada a metalografia tradicional com um microscópio óptico. Embora a microestrutura não revelasse a estrutura clássica da perlita, o sistema interpretado como supostamente de ferro-carbono com uma fase escura, poderia ser, talvez, cemelita, uma substância obtida a partir do elemento químico ferro. Uma porcentagem de carbono finalmente disperso pode ser considerada a causa da alta dureza.

Após diversas análises, pudemos perceber que um dos exemplares pôde ser escrito como uma agulha, com um centro predominantemente de ferro não condutor e uma membrana envolvente cinza escura. Esta membrana, ou camada de material da superfície, tem como seus componentes ferro, cálcio, fósforo, cloro e muito possivelmente alguns elementos mais leves, como carbono e oxigênio. A análise de fase gasosa não foi totalmente conclusiva por causa do pequeno tamanho do exemplar. A microestrutura do centro do exemplar (polida e corroída), quando observada sob um microscópio óptico, lembra uma liga rica em ferro com grandes quantidades de carbono, provavelmente na forma de carbide de ferro. O composto é provavelmente ferroso, com um empacotamento de corpo do tipo centro-cúbico. Desde que os exemplares sejam magnetizados, sua dureza central torna-se muito alta, semelhante à dureza das ferramentas de metais carbonados.

O outro exemplar é uma mistura muito complexa de materiais. Enquanto que a parte interna é similar ao primeiro, a porção externa é feita de uma combinação de muitos elementos e fases diferentes, dependendo do local. Esse segundo exemplar apresenta uma substância flocosa, que pode ser um complexo mineral silicado.

Implantes Meteóricos ?

A hipótese de que as amostras teriam origens meteóricas foi levantada a partir do alto valor de dureza relativa obtido para o núcleo de ferro de uma delas, pois ligas de ferro muito duras podem ser encontradas em exemplares de meteoritos. De fato, características como a complexa combinação de diferentes elementos químicos, por exemplo, são similares a certos meteoritos.

As análises elementares feitas por espectroscopia energética dispersiva de raios-x indicaram ferro e fósforo como maiores componentes do material externo que envolvia o núcleo. Em adição, identificou-se um resíduo de fosfato de cálcio como possível fase dentro do material externo de ambos os exemplares. Curiosamente, a cloropatita está entre os minerais mais comuns dos meteoritos. Isso seria a justificativa para a presença de uma quantidade substancial de cálcio e menor quantidade de cloro detectada na amostra.

Contudo, nenhuma porção de níquel foi detectada na primeira amostra e somente uma quantidade mínima na segunda. Um pesquisador afirmou que “a maioria dos meteoritos contém entre 6 e 10% de níquel. Nenhum meteorito contém menos de 5% desse elemento”. Uma explicação pode ser formulada com base no fato de que esses espécimes foram extraídos de um corpo, onde qualquer peça de ferro incrustada dentro de um tecido pode possivelmente causar uma reação de calcificação. Isso explicaria a presença de cálcio e fósforo na superfície dos exemplares. Não é surpreendente que as vítimas não tenham tido uma reação adversa ao objeto estranho. No entanto, devemos enfatizar que isso é apenas uma teorização sobre a origem dos espécimes baseada em dados e informações preliminares. Estudos mais aprofundados devem ser efetivados para provar qualquer tese.

Leah A. Haley

No final dos anos 70 ou início dos anos 80, tive um encontro com alienígenas. Lembro-me de que diversas criaturas cor de giz com grandes olhos negros realizaram experimentos médicos em mim. Estava deitada paralisada, sedada, de costas em um quarto circular muito iluminado. Na manhã seguinte a esse encontro, recusei-me a admitir sua realidade. Expliquei-o como um sonho extraordinariamente vívido, consegui esquecê-lo durante décadas.

abducao2Em julho de 1990, recordei esse encontro e uma visão da infância de um UFO. Logo depois, comecei a ser perseguida pela lembrança de grandes olhos negros fitando meu rosto. Certa manhã, em outubro, ao despertar estava flutuando horizontalmente acima de minha cama num raio de luz. Tive medo de não ser “descongelada” a tempo de me aprontar para ir trabalhar. Três meses depois fui novamente suspensa acima de minha cama, gritando mentalmente que não deixaria os alienígenas “examinarem meu cérebro desta vez”. Mas foi o que fizeram. Não consegui me lembrar de mais nada em relação ao encontro. Naquela altura, eu já não conseguia tirar da cabeça as estranhas criaturas. Decidi fazer regressão hipnótica para ver se havia detalhes adicionais de encontros alienígenas bloqueados de minha consciência. Desde março de 1991, fiz 7 regressões hipnóticas, que revelaram toda uma vida de experiências de abdução. Também recordei muitos detalhes conscientemente, sem ajuda da regressão. E agora, às vezes, tenho encontros dos quais certas partes jamais se apagam da minha memória. A descoberta de que sou uma abduzida por alienígenas destruiu minha vida. Alguns de meus problemas iniciais foram conseqüências da falta de conhecimentos sobre as abduções alienígenas. Embora eu tenha dois mestrados, nunca ouvi discutirem sobre alienígenas em nenhum de meus cursos. Tampouco ouvi conversarem sobre alienígenas nas igrejas batistas do sul (Estados Unidos) que freqüentei durante toda a minha vida. Nunca ouvi amigos ou familiares falarem sobre alienígenas. Portanto, raciocinei, não existem abduções por parte de alienígenas. Às vezes, no entanto, eu me perguntava, mas por que Deus pôs gente num só planeta?

Esse conflito mental contribuiu com meu desejo de ser declarada louca. Se eu fosse louca, pensei, poderia ser internada num sanatório, receber repouso e tratamento adequados, fariam com que todas essas lembranças de encontros com alienígenas fossem eliminadas da minha mente para sempre. Fui a psicoterapeutas, a um psiquiatra e a um psicólogo. Todos me disseram que eu não sofria de distúrbios mentais ou de psicoses. Como eu não podia me valer de aberrações mentais para explicar os encontros, tive de aprender a aceitar que eles eram reais e a conviver com eles.

Não foi fácil. Minha mãe se recusava a crer que os alienígenas abduzem gente. Ela preferia acreditar que eu estava louca ou que ufólogos perversos estavam fazendo lavagem cerebral em mim para que eu pensasse ser uma abduzida. Ela chorava e implorava para que eu parasse de me relacionar com gente interessada em UFOs e para que desistisse de pesquisar esse assunto. Eu precisava que ela me apoiasse, não me castigasse. Meu marido tentava entender o que eu estava passando. Lia todos os livros que encontrava sobre o assunto de abduções e compareceu a algumas palestras e conferências sobre UFOs. Mas como ele não tinha lembranças de abduções pessoais, nunca conseguiu se identificar com meus sentimentos.

Tive que buscar outros abduzidos para conseguir apoio. Infelizmente, nenhum morava perto de mim. Todas as conversas exigiam uma longa viagem ou um telefonema interurbano. Esse apoio tão necessário custou-me 100 e 200 dólares por mês durante três anos, até que afinal encontrei alguém que poderia me dar apoio diariamente. Outro gasto tremendo era com a busca de ajuda profissional e de respostas em relação ao fenômeno da abdução. Gastei milhares de dólares com despesas de viagem para fazer regressões hipnóticas e com honorários para profissionais que consultei a respeito de meu estado mental. Gastei outros milhares em conferências sobre UFOs. Tinha fome de respostas para minhas muitas perguntas, como por exemplo: por que os alienígenas estão nos visitando? De onde vêm? Acreditam em Deus? e Por que eu? Passei a questionar o que me haviam ensinado por intermédio de meu treinamento na igreja batista do sul. Não podia discutir minhas atribulações com os líderes da igreja. Achava que eles tinham mentalidade muito estreita. Minha filha caçula sondou o terreno pra mim. Perguntou ao ministro se ele acreditava na existência de extraterrestres. Ele lhe disse que nossos cientistas haviam provado que não há possibilidade de viverem criaturas em outros planetas.

Certa manhã de Domingo, enquanto estava na aula na escola dominical escutando o professor falar sem parar sobre nada de importante, compreendi que estava perdendo tempo na igreja. Desde então nunca mais voltei; em vez disso passava mais tempo lendo minha Bíblia e rezando. Em meus estudos particulares, descobri muitos paralelos entre algumas narrativas da Bíblia e minhas próprias experiências de abdução. Sinto-me agradecida por estar aprendendo, mas ressentida por tanto ter sido obviamente omitido de minha educação espiritual. Fico também ressentida que nossos militares e nosso governo tenham negado durante décadas a existência de UFOs e que facções dentro dessas organizações tenham monitorado, molestado, seqüestrado, drogado, interrogado e feito lavagem cerebral em mim e em outros abduzidos.

Tive dificuldades para aceitar o fato de que essas pessoas, que antes eu acreditava que deveriam me proteger de defender, tenham feito exatamente o contrário. Apontando fuzis para minha cabeça, ameaçaram se não ficasse quieta a respeito de uma espaçonave que vi. Eu estava assustada demais para continuar a ministrar cursos de contabilidade na base da Força Aérea vizinha, então no auge de minhas despesas relacionadas com UFOs, perdi meu emprego. Meu marido concordou em trabalhar horas extras para que eu pudesse dedicar meu tempo a escrever sobre o que eu estava passando.

Acreditei que seria importante informar o público sobre encontros com alienígenas e fazer com que os outros abduzidos soubessem que não estavam sofrendo sozinhos. Pouco antes da publicação de Lost Was the Key (meu livro sobre minhas experiências), notícias sobre meu caso se espalharam por todos os Estados Unidos e comecei a ser convidada para falar em palestras e conferências ao público. Quando o livro saiu, recebi uma enxurrada de pedidos para programas de entrevistas na televisão e no rádio, entrevistas para várias publicações e mais palestras. Meu marido tinha muito ciúme da atenção que eu estava recebendo, embora soubesse que eu não gostava dela e a considerava um requisito necessário pra instruir o povo. Minha filha mais velha ficava hostil toda vez que e ouvia falar com alguém sobre UFOs. Nenhum dos dois gostava da possibilidade de seus colegas ouvirem falar sobre aquilo com que estava envolvida (e em conseqüência pudessem ridicularizá-los).

A pedido de meu marido, evitava usar meu nome verdadeiro. No final, mudei legalmente meu nome para proteger minha família. Meu marido começou a me pressionar para eu voltar à contabilidade. Não fazia diferença que eu estivesse trabalhando uma média de 16 horas por dia, sete dias por semana. Ele queria que eu trouxesse para casa um grande salário. Quando percebeu que eu não pararia de falar em público sobre o fenômeno da abdução e não sairia para arranjar um “emprego de verdade” divorciou-se de mim. Então minha filha mais velha me repudiou. Há quinze meses ela ficou brava quando ligou o rádio e ouviu uma entrevista minha em uma de suas estações preferidas. Em conseqüência, ela nunca telefona, nunca escreve e nunca me visita. Fui provavelmente uma das poucas mães do país que não foi reconhecida por uma filha no Dia das Mães deste ano. Claro que estou cheia de mágoa.

Nossas instituições governamentais e educacionais mentiram sobre a existência de UFOs ou não conseguiram dar conta do assunto e as pessoas que antes me eram próximas me abandonaram. Sinto que já não posso confiar em ninguém. Mas, à medida que experienciamos, aprendemos. Aprendi a transformar minha raiva, medo, confusão e ressentimento em determinação construtiva. Aprendi que se consumir em emoções negativas é perda de tempo que pode ser usado com mais proveito na realização de meus objetivos. Apesar daquilo por que passei, meu objetivo principal continua sendo falar abertamente e escrever sobre abduções alienígenas até que todo o mundo fique bem instruído sobre esse assunto.

implante3Abdução: Uma Realidade Inegável  – Durante os últimos 50 anos de ufologia, muitos acontecimentos curiosos e complexos vieram à tona, quebrando a cabeça dos pesquisadores e trazendo traumas às pessoas que participaram do evento. Dentre estes assuntos, um tem chamado mais a atenção dos ufologos: A abdução, que ficou famosa pelas pesquisas realizadas pelo Sr. Budd Hopkins e pelo livro, que depois virou filme: “Intruders”. Sem dúvida, a abdução é um dos acontecimentos mais enigmáticos da ufologia moderna.  Os pesquisadores que já tiveram a oportunidade de estudar estes casos, sabem o quanto este assunto é complexo, traumático e indecifrável. A abdução consiste na remoção forçada de uma pessoa de um determinado lugar, sendo supostamente levado para o interior de uma nave onde é submetido a algumas experiências traumáticas e, quase sempre, reaparecendo em outro lugar completamente diferente e distante da posição original. A pessoa normalmente permanece em um estado alterado de consciência de forma a não perceber o que esteja acontecendo (muitos abduzidos confirmam que talvez este estado tenha a finalidade de “protegê-los” de traumas futuros). As experiências podem ser de cunho laboratorial (médico/físico ou psicológico) ou apenas de cunho psicológico (contato com os não “greys”).

Geralmente, as pessoas possuem pouco ou nenhuma memória sobre o ocorrido, permanecendo  apenas um lapso de tempo em sua memória.

A melhor, e talvez a única, forma de conhecer a matéria é se envolvendo com ela. Somente conversando com possíveis abduzidos é que se pode ter a real noção da dimensão deste acontecimento e comprovar que a abdução é muito mais traumática do que se tem alardeado. O que se vê são pessoas procurando  desesperadamente por ajuda, pois por melhor que sejam os trabalhos realizados pelos ufológos, apenas as consequências tem sido amenizadas, mas a causa ainda é uma incógnita.

Abduções e Interrogatórios Militares

Karla Turner, Ph.D., em seu livro,  “INTO THE FRINGE” (BerkleyBooks, N.Y. 1992)  descreve em detalhes seu trabalho com dois abduzidos, marido e mulher, que supostamente tem vivencia vários encontros aliens. Partes das experiências que estavam sub conscientemente suprimidas pelo casal foram recuperadas por meio da hipnose regressiva. Por exemplo, a maioria das experiências de abdução com os “greys” envolviam as clássicas experiências médicas, entretanto o marido estava convencido de suas próprias observações dos aliens “Greys” que eles estavam tentando geneticamente obter cruzamentos de humanos com animais, como o gado.

Neste ponto o marido observou uma mulher inconsciente, não a sua esposa, Ter seu peito aberto até o abdômen enquanto os greys aparentemente realizavam algum tipo de operação em seus órgãos reprodutores, e depois o corte foi fechado com um aparelho tipo laser e a cicatriz da incisão original desapareceu. Foi também extraído sêmen deste homem e ele acredita que foi injetado na mulher inconsciente e em uma vaca que estava em uma outra mesa ou plataforma.

Em uma ocasião o marido viu um grupo de seres cinzentos com “faces” que ele não pode distinguir. Estes seres cinzentos lhe disseram que eles eram seus ancestrais juntamente com outros discursos confusos sobre “bolsos” genéticos e assim por diante. Ele sentiu que estas criaturas não eram humanas e ele teve uma impressão distinta de que eles estavam manipulando e mentindo para ele, e ele disse a eles isto.

Uma outra experiência estranha envolveu um sonho onde o marido viu uma mulher loura muito atraente sedutoramente vindo ao encontro dele. E ele foi até ela e exatamente quando ia beijá-la ele viu que este ser disfarçava uma criatura bem menor e mais magra (pode esta criatura ter projetado esta imagem falsa na mente dele? E também, estava tentando excitá-lo para poderem extrair sêmen para experiências genéticas? Alguns homens abduzidos tem alegados que foram forçados a copular com “alguma coisa” as vezes descrita como parcial ou completamente mecanóide ou parte humano-mecânica ou de configuração não humanóide… ou participarem em muitas outras ações bizarras para extrair o fluido semiótico que sem dúvida seria usado em experimentos posteriores de cruzamento. Muitos destes homens afirmam que o que vivenciaram foi terrível, aviltante e deu a eles pouco ou nenhum prazer. Um homem afirmou que depois desta experiência ele passou a Ter muito mais simpatia pelas mulheres que eram forçadas ou violentadas).

Embora a maioria dos encontros com os “Nórdicos” ou “Louros” sejam claramente reconhecíveis como sendo encontros entre humanos, uns relativamente poucos encontros traem o fato de que seres alien não humanos – as vezes reptilianos  – no mínimo em algumas instâncias tentam se fazer passar por “Nórdicos” ou “Louros”.

Quando o marido aparentemente compreendeu que a “garota loura” tinha algo não humano ele ficou aterrorizado e tentou resistir e neste ponto foi-lhe injetado alguma coisa. Segundo Dr. Turner, quando ele acordou do sonho, (alega o marido) a marca da injeção estava visível e muito real.

Uma das experi6encias mais interessantes descritas pelo casal foi um sonho que ambos tiveram e que foi lembrado por ambos, com um pequena ajuda da hipnose regressiva para restabelecer a lembrança total. Com relação a este episódio, que ocorreu pouco depois de começarem as abduções grey, marido e mulher tiveram uma experiência “partilhada”  quando lembraram de serem levados por uma pickup branca a um helicóptero e daí para local desconhecido. As memórias desta parte do evento eram grandemente surrealistas como se eles estivessem em um estado induzido por drogas (mais tare isto foi confirmado). O marido lembrou de Ter sido levado a uma área pantanosa e então de “cair” a grande distância por um tipo de tubo, e finalmente chegar em algum tipo de grande caverna subterrânea. O ar estava úmido até que ele/eles foram levados para um lado da caverna e depois grandes tanques de estocagem artificiais, geradores, etc., e depois de passarem por isto por algum tempo ele/eles emergiram em uma instalação onde viram portas, mesas e outros objetos remanescentes de uma “base militar”.

E então ele foi levado a um cômodo como um “bar”. O ar era filtrado e sanitizado, em oposição a caverna úmida. A área do “bar” parecia ser uma área de “sustentação” onde ele viu várias pessoas em pé ou sentadas ao redor em um estado como que “drogado” ou “catatônico”. A sensação “sonho” começou a dar lugar a uma mente lúcida e racional e o marido ficou muito consciente de um oficial militar que parecia estar muito zangado porque ele tinha saído do estado mental que eles queriam, já que estava vendo a área real, sólida e não num “estado de sonho”.  Ele tinha mesmo começado a perguntar as pessoas que lá se encontravam se alguém tinha um jogo de cartões.  Ele tinha a impressão que mesmo que eles estivessem em um subterrâneo profundo, alguém teria tido muitos problemas para fazer esta “área de espera” parecer um salão de 1800, cuidadosamente planejado em cada detalhe.

Ele mais tarde ficou convencido que toda esta atmosfera tinha por objetivo reforçar o estado de “sonho”. Ele logo se viu interrogado pelo que parecia ser um oficial do Exército de alto escalão, possivelmente um Major. O oficial persistentemente exigia informação a respeito do que ele conhecia sobre os aliens greys, quais eram os planos dos aliens, o que os aliens tinham feito a ele durante as abduções, como ele estava envolvido pessoalmente nestes planos e assim por diante, aparentemente ciente do fato de que ele/eles tinham sido abduzidos no passado. O marido se recusou a responder qualquer pergunta, ciente do que estava se passando e onde estava, e isto só fez o Major ficar mais irritado e aborrecido. O oficial o ameaçou, dizendo que os militares podiam fazer repercussões caso ele não cooperasse, mas o marido sentiu que seu inquiridor estava blefando e que eles provavelmente não levariam adiante qualquer ameaça.

Embora aparentemente eles tivessem pousado perto de uma área pantanosa, o marido tinha a impressão de que eles estavam profundamente dentro de uma montanha. Ele também tinha a impressão que as outras pessoas que estavam no “bar” – algumas das quais ele tinha a impressão de conhecer e que esperavam para serem interrogadas – também tinham sido abduzidas com ele em diferentes ocasiões e os militares estavam desesperadamente tentando saber “o que elas sabiam”.

De fato seus métodos de obter “inteligência” podem não Ter sido convencionais, entretanto pode ser compreendido como um estabelecimento mental esquizofrênico militar – aterrorizado com as ameaças potenciais que os aliens e seu programa de abduções podem oferecer aos EUA, e ao mesmo tempo sendo pressionados a manterem o acobertamento e portanto a “inteligência” tem que ser alcançada por meios não convencionais como o descrito acima.

Entretanto, se os “aliens” estão usando seres humanos  “implantados” ou “marcados” como serventes nesta agenda de subversão planejada contra o planeta Terra dominado pelos humanos, ninguém pode acusar os abduzidos de terem estado “no lugar errado na hora errada”. Eles tem mais que serem vistos como vítimas, não como inimigos.

Abdução e o Grande Laboratório

MARIZILDA LOPES é chanelling, autora do livro Operação Resgate, publicado pela editora Roka e de diversos outros artigos que freqüentemente são publicados em revistas do gênero.

Dentro de meu coração, num momento de profundo êxtase e reverência, contatei a nossa ordem estelar. Transformei sensações em palavras e transcrevo-as conforme segue. Eu sou completamente consciente e responsável pelo que aqui vai descrito, principalmente porque venho contatando vários tipos de seres estelares experenciando com eles a expansão da consciência.

Para compreender esse texto é necessário ver e ouvir com os olhos do coração. Você é capaz disso?

Vieram de um sistema distante chamado de Zeta Reticulae. Sistema responsável pela formação da memória no planeta Terra. São também o centro de radiância, que alguns chamam de Sol Central. Não são nocivos a ninguém, ao contrário, são seres preocupados com a evolução deste sistema pois nosso planeta é parte integrante do núcleo gerador da vida. Ser, este núcleo gerador, significa transformar-se num laboratório, para experienciar o aprimoramento dos genes necessários à formação da vida. Nós como espécie humana somos remanescência muito antiga destas linhagens estelares. São nossos ancestrais, em nossa memória celular está impressa toda a sabedoria deles, a “sabedoria das idades”. A Terra como laboratório de experiências genéticas recebe desde o princípio, raças estelares que participam de nossa evolução.

Estas experiências fazem da espécie humana a raça perfeita. O homem está para se tornar o ser mais importante do cosmos. Quando o salto quântico de consciência acontecer neste sistema, ele será o homem celeste, o protótipo original da imagem e semelhança de Deus, o arquétipo primordial da perfeição. Nós humanos vamos no futuro, colonizar outros sistemas, planetas e estrelas distantes com a experiência adquirida. É com essa finalidade que trabalhamos juntos assiduamente desde os primórdios, afinal somos todos consciências planetárias manifestadas em vários pontos do cosmos, com muitos corpos diferentes. Estão unidos a nós assim como nós estamos imaterinoligados1 a eles. A separação é apenas uma ilusão típica dos campos da matéria do planeta.

Trazem esta mensagem porque a evolução terrestre está vivenciando o aprimoramento do corpo mental e emocional, que juntos transformam-se num corpo de luz de tamanha intensidade lumínica, impossível de descrever em palavras terrenas. Estão ativando nossas memórias de origem estelar, ajudando os chamados abduzidos que passam pelas experiências dos implantes esclarecendo os cientistas e pesquisadores neste campo de atuação. Estes implantes são de origem orgânica, as abduções são apenas experiências realizadas num tempo muito distante entre seres da mesma raça. Estas experiências não estão sendo realizadas neste tempo atual, estão gravadas no inconsciente coletivo da humanidade como um todo. Cada indivíduo que hoje passa por esta manifestação apenas está recordando mentalmente através de seus registros internos os fatos ocorridos em períodos anteriores (Atlântida), quando as experiências tiveram grande atividade no aprimoramento dos genes do homem da Terra. É a realidade virtual sendo projetada no presente que é nosso passado. São tão fortes essas imagens mentais que parecem realidade do agora. São raças estelares encarnadas na humanidade de hoje que receberam o implante por livre escolha.

Não havia espaço disponível para a encarnação de todos os indivíduos da raça, assim, alguns se auto escolheram permitindo o implante porque através disso, o restante da raça recebe à distância, as impressões que aquele ser está passando em sua experiência de vida. O acasalamento para eles é algo inexplicável. Vibram ao sentirem as emoções e a interação das vibrações e sensações de dois seres que se amam. Sentem em seus corações o amor crisostelar2 , as alegrias e tristezas e todos os sentimentos que envolvem o corpo emocional de um ser. Muitas espécies que aqui vieram já haviam perdido seu poder de procriação, naquele tempo o planeta oferecia oportunidade de aprimorar as raças pelo acasalamento. Assim penetrar nas freqüências do carma foi altamente gratificante para eles e também para a humanidade. Juntos aprendemos qual o verdadeiro significado do amor, essência primeira da Creação3 . Havia um compromisso estelar, e um grande grupo de seres ligados ao que chamamos Hierarquia Ash, desceu para ajudar nesse processo de evolução, orientando-os. Essas equipes de orientação vieram munidas de um amor incomensurável para efetivar a gêneses do planeta Terra. Esta gêneses está marcada na história da Terra por um símbolo muito conhecido, a Flor de Lis.

O DNA nada mais é do que união das doze principais raças mães encarnadas na Terra. Ele reage aos impulsos da mente do Creador, é um registro de consciência manifestada fisicamente entre nós. Em breve a ciência alcançará a compreensão total de que através dele é possível acessar o akasha planetário, respondendo as questões do tempo/espaço terrestre e galáctico. A humanidade de hoje vem completar esta experiência findando o carma individual e coletivo.

Todos os mundos são formados baseados na troca de experiências entre vários seres de características diferentes. Durante um longo período congregaram estas informações, analisando-as da mesma forma que os cientistas da Terra fazem. Foram assim aprimorando tendências e conhecimentos, substituindo instrumentos e técnicas por matérias mais aprimoradas. Ainda há muitos locais do universo que não sabem o que é o amor, muito menos estas sensações que a humanidade terrestre vivencia. Os seres estelares neste tempo estão apenas reunindo todos os registros vividos por vários personagens da história, retirando os implantes que já não tem mais função. Por isso os implantes estão aparecendo em quantidade assustadora. É findo o tempo das experiências, o DNA já está pronto, já completou sua trajetória. Neste momento presente trabalhamos todos juntos para implantar o novo código genético que trará ao planeta seres muito evoluídos, resultado destas experiências com aparência física longuilínea, de estrutura molecular mais aprimorada com órgãos e metabolismo adequados ao novo sistema. A pele será suavemente bronzeada, olhos claros e as percepções sensoriais mais aguçadas, para captar das esferas distantes as orientações necessárias à sobrevivência. Os chacras superiores e o hemisfério cerebral direito são altamente ativados alcançando assim a formatação da mente abstrata ou manas superior. A tônica principal do homem celeste é o poder de manifestação do amor na unificação de toda sabedoria do universo. A espécie humana é parte integrante disso.

Nós vivemos num tempo de finalizações e preparação para uma realidade avançada, além do que os cientistas e filósofos podem precisar. Foi graças a estas experiências permitidas pelos filhos das próprias raças que hoje possuímos este cabedal de conhecimentos. Não houve, em nenhum momento, intenção de ferir ou magoar os humanos. Como poderiam nos machucar se somos os corpos deles experenciando a forma física? Respeitam acima de tudo o grande Comando Central, o Creador deste sistema, conhecido por nós, num aspecto religioso-filosófico, como Michael ocupando hoje a função cósmica de Ashtar Sheran, para esse tempo. Respeitam o livre-arbítrio que não pode ser invadido, portanto tudo o que foi realizado e o que ainda se realiza é por livre escolha de cada ser. Se há dores e traumas isto se refere ao envolvimento do mesmo ser em questões cármicas. Naturalmente esse ser esta experenciando seu aprendizado respondendo àquilo que ele mesmo plantou. Lei de causa e efeito correspondente ao aprendizado do planeta Terra como um todo.

Os medos surgem pelo desconhecimento do programa estelar e porque é tempo de liberar estas impressões firmemente enraizadas dentro do inconsciente coletivo. É o arquétipo mais poderoso que possuímos. Tudo está programado, nada é feito sem prévio consentimento portanto está previsto que neste tempo da Terra todos os seres estelares, que encarnados na matéria, se submeteram a esta experiência, com o intuito de ajudar a própria raça e ao planeta em sua evolução, teriam o afloramento destes implantes junto as lembranças de seus contatos, e através da demonstração do desejo, seriam conduzidos a seres encarnados que possuem condições de ajudar na retirada destes implantes e reequilíbrio do carma.

A função dos Zetas, bem como de outros seres estelares é esclarecer sobre a forma coerente de ajudar no afastamento destes traumas, que devem ser tratados equilibradamente por técnicas que abranjam o alinhamento dos corpos inferiores. Os seres encarnados ligados as equipes Ash e filhos de Órion são portadores desse conhecimento. A nossa função como humanos despertos é permitir a recordação destas experiências, facilitando o alinhamento individual e coletivo do planeta. Por este motivo surgem em vários locais, ativando suas contra-partes físicas ensinando-nos o desapego da dor e das matérias antigas e mortas que já não tem mais função. Muitos de nossos cientistas e médicos são estes seres encarnados na Terra, neste tempo, para dar o suporte necessário aos abduzidos. São os pesquisadores dos campos da supra-consciência. Despreocupem-se, pois na maioria dos casos os implantes são dissolvidos puramente por expansão de consciência do próprio ser e compreensão das leis que regem a matéria. Somente poucos casos no contexto da humanidade apresentam traumas muito dolorosos, Isso se deve porque em verdade o abduzido está apegado a estas energias mais antigas e não quer de fato desvencilhar-se delas.

Apesar do medo ele tem inconscientemente impresso a necessidade de servir a raça. Portanto, quando há necessidade de ajuda externa, estas pessoas são conduzidas a locais preparados para suporte na resolução de seus traumas. Há um programa impresso em seus registros que proporciona este encontro. Nada acontece por acaso, tudo segue conforme determinado pelo acerto cármico do ser.

Para penetrar nas freqüências de luz exigidas para o novo tempo dimensional da Terra não são mais necessários suportes ou experiências como as realizadas anteriormente. Estamos prontos, somos uma luz incomensurável, basta apenas crer nessa afirmação.

Eles sabem de nossa dificuldade para compreender estas afirmações mas nos lembram de que nosso aprendizado é vencer através do amor e da compreensão. Nossas mentes estão em total expansão agora, como espécie humana somos sem sombra de dúvidas a menina dos olhos do Creador deste sistema, porque somos parte Dele em manifestação. Acima dos conceitos religiosos que adquirimos, há um trabalho sendo desenvolvido nos bastidores que envolvem milhões de seres habitantes de várias dimensões, com a finalidade de oferecer condições de evolução. Os nomes e rótulos que por ventura damos a eles não tem importância, são recebidos com muito carinho porque sabem que os homens ainda precisam disso. Um dia, que já não se faz longe, todos os indivíduos da Terra falarão uma só linguagem. Seremos todos uma só nação, uma só raça interagindo experiências de aprendizado, compartilhando tudo, reverenciando o planeta Terra como o coração do universo. O sagrado e o belo em perfeita sincronicidade de propósitos.

Nós somos eles.

Referências no texto:

1 Imaterinoligado-Matéria interligada entre universos (alongado). Ligado pela origem materna. Arquétipo primordial na fecundação de Deus Pai/Mãe.

2 Crisostelar – Consciência-luz. Em linguagem religiosa-filosófica refere-se a luz do Cristo Cósmico. Luz irradiante sem impurezas. Vem da essência pura da luz e do programa original antes da forma.

3 Crear é a manifestação da Essência em forma de existência, enquanto criar é a transição de uma existência para outra existência. O Poder Infinito é o creador do Universo, enquanto um fazendeiro é um criador de gado ( Huberto Rohden).

 

Fonte: o arquivo